Muitos designers gostam de trabalhar ouvindo música e até deixam-se influenciar por ela em seu trabalho.
O Design on the Rocks publicou alguns posters com essa mistura.






Gostou? Confere o post original que tem mais.
Muitos designers gostam de trabalhar ouvindo música e até deixam-se influenciar por ela em seu trabalho.
O Design on the Rocks publicou alguns posters com essa mistura.






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No próximo dia 10, a APP promove uma palestra no Blue Tree em Londrina com Ricardo Guimarães sobre Branding. Com certeza vale a pena conferir.
Mais informações com a Lucimara no (43) 3329-5999.
O site brainstorm9 está fazendo uma votação bem legal. Qual é o melhor pôster de filme dos indicados ao Oscar 2010? Vou colocar alguns aqui mas vale a pena entrar lá e votar. E também conhecer esses trabalhos que parecem simples, mas que tem que sintetizar duas horas de história em uma simples imagem.
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O programa, lançado pela Adobe em 19 de fevereiro de 1990, tem uma história marcante de erros e acertos
O software foi criado em 1987, fruto de uma paixão - e de um acidente - de Thomas Knoll, na Califórnia, Estados Unidos. Seu irmão John Knoll se encantou pelo programa e ambos trabalharam juntos para desenvolvê-lo da melhor maneira possível.
Hoje o programa já conquistou mais de 10 milhões de usuários ao redor do mundo. Gerou muito lucro. Mudou o conceito de fotografia. E tornou mais rígidos os padrões de beleza femininos. Foi um descanso para as olheiras de atrizes cansadas e um vilão que ameaçou a carreira de muitos designers.
Ao longo dos seus 20 anos de existência, o programa Photoshop, da Adobe, mudou a visão que temos da fotografia, do trabalho do fotógrafo e acabou intervindo nos rumos da sociedade.
Para comemorar o aniversário do polêmico software, a revista Galileu selecionou algumas dessas “photoshopadas” que entraram para a história, por serem desastrosas ou brilhantes.
Desastroso: Amputação
A atriz Emma Watson perdeu um pedaço da perna depois de passar pelo Photoshop. A catástrofe foi publicado recentemente na campanha de inverno da Burberry.

Brilhante: David Lachapelle
O fotógrafo americano já convenceu dezenas de celebridades a fazer as poses constrangedoras. Fotografou Angelina Jolie de boca aberta em posição sensual e Amanda Lepore cheirando diamantes. A foto abaixo, intitulada “Make over: Surgery Story”, é um dos exemplos de usos geniais do programa, inclusive para causar reflexões.

Desastroso: Os gêmeos de Silvio Berlusconi
O Photoshop pode ser usado para fraudes. Como, por exemplo, aumentar a multidão de apoio ao Primeiro Ministro italiano, Sílvio Berlusconi. Repare que, na imagem publicada em uma revista italiana, o homem de camisa preta aparece nos dois lados da turba, espelhado.

Brilhante: Eduardo Recife
O ilustrador mineiro Eduardo Recife é um artista de Photoshop. Confira uma ilustração do blog pessoal do artista feita para o jornal norte americano The New York Times.

Desastroso: Free Willy
A capa do novo Free Willy é um bom exemplo do mal uso do programa. A água e o personagens que estão no plano de fundo são tão falsos quanto a amizade entre crianças e baleias.

Para quem quiser mais Photoshop
Para os fãs do programa, aqui vão alguns sites interessantes - sugestões de Russell Brown, que era o diretor criativo da Adobe na época em que lançaram o Photoshop, dadas ao New York Times (todos os blogs são em inglês):

Na verdade não mudou muita coisa. Mas depois de 29 anos com a mesma logo, a MTV deu um zoom em sua marca e tirou a parte escrita “Music Television”.

É mais uma atualizada do que um redesign. Como ficou mais larga a marca, ficou mais fácil de usa-lá interagindo com outros elementos, uma tendência também vista no redesign da AOL.

Via twitter @logobr
Mais aqui.
Mais uma vez a Napse é tema de reportagem na APPTV.
Dessa vez o sócio-proprietário Felipe Ferreira comentou sobre a embalagem que foi finalista no prêmio MarkMídia 2009.
O Banco Central lançou nesta quarta-feira (03/02) a segunda família de cédulas do real. As novas notas mantiveram as mesmas cores das antigas e os mesmos animais. Os tamanhos serão diferentes, a de R$ 2 é a menor, a de R$ 5 um pouco maior, e assim sucessivamente, a exemplo do euro.
A nova série de notas entrará em circulação gradualmente até 2012, mas as notas em circulação continuarão a valer até a substituição integral.

A frente da cédula, porém, está visualmente mais limpa, mantida a efígie da República. A cédula ganhou, do lado direito, uma faixa com o valor da nota escrito e, do lado esquerdo, um grafismo com figuras do habitat de cada animal - a nota de R$ 100, por exemplo, que tem uma garoupa verso, ganhou na frente figuras que remetem ao mar.
No verso, as figuras de animais foram modificadas e estão agora na horizontal. A nota de R$ 50, por exemplo, traz a mesma figura da onça pintada, agora deitada sobre uma pedra.
As notas ganharam também novos itens de segurança. As notas de R$ 50 e R$ 100 começam a circular já no primeiro semestre.
Lorena Rodrigues na folhaonline
O vídeo abaixo mostra vários locais destruídos pelo terremoto no Haiti. O interessante é que conforme vai passando o vídeo você tem a opção de girar para qualquer ângulo. É uma nova tecnologia que mostra vídeo em 360°. Para entender mesmo só assistindo.
Interessante não? Mais aqui.
Fonte: designerd.com.br
Segue algumas fotos do fotógrafo sul-africano Hougaard Malan. Ele não utiliza Photoshop, procura tirar suas fotos o mais natural possível, apenas com efeitos de câmeras e utilização de filtros.
Muito bom o trabalho, de encher os olhos.




















Fonte: Design on the rocks
Site oficial: hougaardmalan.com
Sexta-feira (15/01) foi ao ar no canal Multitv Cidades a reportagem que o programa APPTV fez com a Napse Design, sobre a importância do estágio em agências de publicidade.
Rafael Leite, que fez 4 meses de estágio na área de Mídia e agora está efetivado como Atendimento, comentou um pouco sobre a sua experiência e a importância do estágio na vida do estudante.
O sócio-proprietário Felipe Ferreira falou sobre a importância dessa experiência tanto para a agência quanto para o estagiário.
Bacana.

A NET Serviços, maior empresa multisserviços via cabo da América Latina, banda larga e telefonia fixa, reestilizou sua marca.
A evolução da identidade visual moderniza a apresentação da empresa, acompanhando seu crescimento. “A proposta foi fazer uma releitura da antiga marca de forma suave mantendo o conceito de comunicação entre pontos distantes, além de representar todos os serviços oferecidos pela NET”, aponta José Félix, presidente da NET.
Entre os conceitos trabalhados está a manutenção da essência da empresa, a única que oferece serviços de TV por assinatura, internet banda larga e voz de forma verdadeiramente convergente, por meio de um único cabo.
A nova identidade também representa velocidade, tecnologia, interatividade e proximidade com o consumidor. Mantendo o destaque para a letra “E”, tudo isso foi traduzido nas formas retilíneas da letra no nome NET em formato 16:9, como uma imagem HD (widescreen), e com contornos arredondados. Em relação às cores, a leitura foi simplificada com a retirada do degradê.
Ação muito interessante e bem executada da Coca.
Foi colocada uma máquina de Coca-Cola “diferente” em um campus de universidade americana. O resultado você vê abaixo. Vale a pena.
A montadora francesa Peugeot apresenta o redesign de sua marca, que sai do fundo azul e ganha contornos em 3D.

Está na moda. Hoje já não se fala mais arquiteto decorador e sim, Designer de interiores. A palavra Cabeleireiro já foi substituída por Hair Designer. A manicure que faz desenhos nas unhas, agora, é Nails Designer. E é fato que soa bem mais sofisticado. Mas, pra você, o que é design? É o que está nos guias, o que se aprende na faculdade? Design dá dinheiro?
Abel Chang, professor de Desenho Industrial na Universidad Nacional de Asuncion e coordenador de projetos no Núcleo de Design e Sustentabilidade da Universidade Federal do Paraná (UFPR), acredita que o design gráfico só parece promissor para quem realmente gosta e tem talento para a área. Independente de estar ou não na moda, o Designer (estamos falando do gráfico, agora), para ele, não vale a pena para todos. “Apesar de designer parecer uma profissão muito promissora, eu acho difícil vê-la assim. Não vale a pena para quem não tem paixão por isso. Caso contrário, o profissional pode se frustrar com as condições de mercado e acabar pagando a faculdade para cortar papel e pintar com canetinhas”.
E se ser designer gráfico soa bacana, quem já está com metade do caminho andado ainda tem poucas expectativas. Alunos do curso acreditam que as empresas ainda contratam pessoas incapacitadas para fazer pequenos trabalhos. E quando se vê uma marca bonitinha e até bem desenhada, mas sem qualquer embasamento, os estudantes ficam cada vez mais incrédulos.
Mesmo assim, o design gráfico está em alta. A explicação talvez seja porque a tendência é que muitas empresas entendam que para garantir a fidelidade do consumidor, padronizar uma marca global e criar embalagens que se destaquem, é preciso design. Além de ser visualmente mais elaborado, o design tem de cuidar da forma, textura, anatomia do produto, bem como o cuidado com o meio ambiente e às necessidades do consumidor.
Um dos pioneiros do design gráfico no Brasil, Alexandre Wollner, explica, com propriedade de quem consolidou marcas como Itaú, Philco, Indústrias Klabin, Eucatex, Hering e Metal Leve, o que é um bom design e o que definitivamente, não é. O vídeo-documentário tem 85 minutos, mas pode mudar muito mais tempo da sua idéia sobre o que é design.
Thaís Yamanari
Nem todo mundo gostou do redesign da Pespi. Aliás, o que mais se ouviu foram críticas. Segue abaixo algumas abordagens bem humoradas da nova logo.










Quando eu crescer, quero ser…
Há não muito tempo, cerca de uma década, pouco se conhecia sobre o curso de design gráfico. Alguns cursos já existiam, mas poucos conheciam o trabalho e a confusão tachava o profissional como simples desenhista. Embora os cursos sejam, de certa forma novos, a raiz do design está na pré-história. Aqui no Paraná, na Universidade Estadual de Londrina, o curso foi implantado em 1997, e de lá pra cá cresceu estrondosamente o número de cursos de design em vários segmentos: industrial, moda, web, produto, entre outros. Com essa ´disseminação´, por assim dizer, o designer ganhou mais visibilidade no mercado e isso refletiu nos processos seletivos para ingressar no curso. Atualmente, não só aqui em Londrina, como em Minas Gerais, Pará, entre outros Estados, o curso de Design Gráfico só perde em concorrência para o curso de Medicina. Isso mesmo, os cursos mais tradicionais como Direito e Engenharia já não estão entre os mais concorridos. Se por um lado, essa grande procura foi boa para que o designer seja reconhecido, por outro, ainda hoje, muitos não sabem exatamente como é sua trajetória acadêmica e associam a palavra design erroneamente. Segundo o guia que atrai os vestibulandos (que seja um dos grandes expoentes para a escolha do curso), Design Gráfico “é a criação de projetos gráficos para publicações, anúncios e vinhetas de TV e internet. O designer desenvolve o visual de jornais, revistas, livros, panfletos, anúncios e outdoors, adequando-o às necessidades do cliente. Também cria logotipos e papelaria para firmas individuais, comerciais e industriais, com o objetivo de torná-los atrativos e facilitar a leitura. Escolhe as letras para os textos, define o tamanho das colunas de uma página impressa, seleciona e padroniza cores e ilustrações e projeta embalagens. Desse modo, torna a comunicação mais eficiente e agradável. Cuida da programação visual de marcas veiculadas em anúncios e campanhas, inclusive em espaços públicos onde a informação deve ser compreensível até para o público iletrado. No campo digital, elabora websites e CDS. Pode trabalhar em editoras, agências de design e de publicidade e birôs de computação gráfica e produtoras.”
Além de tudo isso, quando se formar, não vai precisar trabalhar de jaleco, mas essa é outra história.
Texto: Thaís Yamanari
Com base em diversas culturas e épocas, moda, decoração, comportamento e música, o site da Loja Züe foi lançado ao meio-dia desta quarta-feira. No mesmo dia, às 22h, no Restaurante e Sushi Bar Estação, Luciana Kouri e Andréia Ferreira receberam seus convidados para celebrar o lançamento do site em grande estilo. A loja que tem filiais em Londrina e São Caetano do Sul está mais próxima de seus clientes.
A agência Napse Design ousou e como resultado conseguiu um site expressivo e forte visualmente. “Utilizamos muitos elementos que remetessem a viagem e natureza, além disso, o conceito da Züe foi usado para definir as cores do site”, explica Felipe Ferreira, sócio-proprietário da Napse Design.
Texto: Thaís Yamanari
Aos 61 anos, a fotógrafa canadense Corrie White está fazendo sucesso no site de fotografias Flickr com uma série de imagens de gotas em close-up. Registradas na cozinha de sua própria casa, as fotos mostram o momento em que os pingos caem sobre outros líquidos, gerando imagens que lembram cogumelos, coroas e outras figuras.
“Faço tudo manualmente”, contou ela à BBC Brasil. “Uso um conta-gotas e coloco o timer da minha câmera para clicar dali a cinco segundos. Não demora muito para eu conseguir um resultado interessante”.
Ela diz que o sucesso de sua série, iniciada no começo de 2009, a pegou “de surpresa”, e promete colocar logo no ar um site próprio.








Após ter estudado arte e arquitetura, o artista ucraniano, radicado na Filadélfia, EUA, Mark Khaisman decidiu recriar cenas de seus filmes favoritos usando apenas fita adesiva. Isso mesmo. Com um painel iluminado e pedaços de fitas adesivas sobrepostas, Khaisman consegue efeitos de luz e sombra de cada cena em suas obras.
O trabalho pode parecer simples, mas o artista leva cerca de cem metros de fita e uma semana para finalizar cada peça. Além de cenas de filmes, Khaisman reproduz objetos, retratos de pessoas, de estátuas, todos com o mesmo material. Com fitas, já levou os seguintes prêmios:
-NYF 2008 Print Bronze
-RED DOT DESIGN AWARD 2008 Best of the Best
-EPICA Awards 2008 Press & Poster Silver
-CANNES LIONS 2008 Design Silver
-CLIO Awards 2009 Print Bronze
-CFEVA Fellowship 2006 - 2007
-International Animation Film Festival 1988 Best Art Director Prize, Paris
-OISTT competition “The Tour Theatre” 1986 Second Prize, Stockholm
-UNESCO “Rehabilitation of a Decayed Urban Environment” 1982 Third Prize, Poland
-World Architectural Biennale “The New Urban Space” 1980 Second Prize, Bulgaria
E se cem metros de fita adesiva tem lá seu valor, após ter passado pelas mãos do ucraniano, chegam a valer 10 mil dólares.


No dia 5 deste mês, no Buffet Laguna, a APP Londrina (Associação dos Profissionais de Propaganda) realizou a cerimônia de entrega do 6º Prêmio APP MarkMídia e 2º Prêmio Universitário. De acordo com a Associação, foram feitas 312 inscrições por 26 empresas, além da participação de 36 grupos universitários. Em relação ao ano passado, houve um aumento de 146 inscrições no geral, fazendo com que o evento de 2009 batesse seu recorde. Na ocasião, foram revelados os vencedores de Melhor Campanha Publicitária Universitária e de 12 categorias profissionais: Eventos, Design Gráfico, Mídia Digital, No Media, Publicação Editorial, Televisão, Rádio, Jornal, Revista, Mídia Exterior, Melhor Campanha Publicitária e Melhor fotografia publicitária (Prêmio Masmi).
Estreando no evento, a Napse Design, recebeu quatro indicações em três categorias. Na categoria Identidade Visual, foram indicados os trabalhos “Adere Comunicação e Mídia” e “Mamão com Açúcar”, que garantiu o primeiro lugar. Na categoria Embalagem, a Napse Design ganhou destaque com a indicação da embalagem “VAIP” e também, na categoria Site Institucional, com a indicação do site “Passionné Lingerie”.
A Napse Design parabeniza todos os participantes e organizadores do 6º Prêmio Markmídia e agradece seus clientes e colaboradores.
Texto: Thaís Yamanari